terça-feira, 20 de julho de 2010

Lei da Palmada: um tapa na bunda da educação

Meu pai é um homem extremamente honesto. Ele apanhou muito quando criança e adolescente. Quando cresceu, apanhou ainda mais forte da vida. Porque a vida sim é a madrasta malvada. Ela bate e sem piedade.

Educar os filhos é uma tarefa que para dar opinião tem que ter conhecimento de causa. Apenas pais podem saber e falar sobre como é difícil transformar uma criança num cidadão decente, principalmente quando o conceito "cidadão decente" muda tanto de lugar pra lugar, de pessoa pra pessoa. Transformar uma criança num cidadão não é ensinar a não roubar. Isso é tácito, é assustador que honestidade e caráter sejam valores que devam ser ensinados.

Voltando ao meu pai. Ele me deu algumas palmadas quando criança. Algumas eu sabia porque estava levando, outras ele não sabia porque estava dando. Ainda não sou pai mas creio que educar é viver num limite entre abraçar a sua cria e quebrar esse laço quando o objetivo é preparar os filhos para a dureza da vida. A vida sim, bate e bate com gosto.

Os políticos, órgãos, entidades e pessoas que estão considerando a aprovação de uma lei "anti-palmada" deveriam se preocupar em criar leis "pró-educação". A criança passa muito mais tempo na escola do que em casa, é lá que grande parte do seu caráter e dos seus valores são formados. Por que punir os pais que além de sustentar os filhos ainda precisam se desdobrar para tentar educá-los da melhor forma, papel que o Estado deveria exercer mas simplesmente ignora? O Estado além de não garantir educação de qualidade obrigatória pelo imposto extorsivo arrancado dos cidadãos ainda quer punir os pais por isso. Te perdôo por te trair.

Eu apanhei quando criança, e não foram apenas palmadas. Apanhei de cinturão. Apanhei de chinelo. Algumas doeram, outras nem tanto. Meus pais apanharam de palmatória, cipó de goiabeira, fio de arame, outros pais apanharam da Ditadura, outros apanharam na Guerra, todos apanham diariamente para sobreviver. É lamentável que não se perceba que leis como essa, para "proteger" as crianças na verdade farão com que elas respeitem ainda menos os pais e educadores, pois estão cada vez mais acobertadas para fazer o que bem entenderem. Pais violentos existem em qualquer classe social, religião, cor ou raça.

E se você, como filho, comemora esse tipo de lei porque apanhou dos seus pais, um conselho: se você acha as palmadas que os seus pais lhe dão fortes, se prepare pras palmadas que a vida vai lhe dar. Essas sim vão doer.

39 Comentários:

irradiandoluz disse...

Amigo Marcel,

Sou filho e pai. Nunca apanhei e nunca bati, não pretendo bater. sou um cidadão honesto, uma pessoa decente que paga suas contas em dia, não tem dívidas e procura não infringir a lei.

Sou também muito mais do que isso: acredito no amor, na liberdade, na sustentabilidade, na agricultura orgânica, na gestão coletiva por consenso e na administração verdadeiramente emancipatória. Respeito as autoridades, minha família e procuro ampliar meu respeito e minha compaixão a todos os seres humanos e outras espécies também.

Nunca apanhei na vida (mas já tomei alguns sustos da vida e aprendi com isso mesmo sem dar porrada) e aprendi tudo isso sem violência nem agressão.

Considero a lei anti-palmada um grande avanço. Alguém que só consegue ensinar algo na base da porrada não merece respeito. Merece cadeia.

Ensinar através do amor e assim conquistar o respeito de quem quer que seja é o caminho para o aprendizado, é a verdadeira educação.

Abração
Gabriel Dread

Ed disse...

Poxa, eu apanhei de cinta, de havaianas, de palmada, de cabo de vassoura. E sei que meus pais apanharam pior.

Me lembro de uma vez, quando bem criança, ter visto na TV uma matéria num jornal, onde um filho denunciou a mãe por maus tratos. Virei pra minha mãe e disse: "Se você me bater de novo, eu ligo pra polícia!". Ela me deu a maior surra da minha vida e disse: "Ligue para a polícia agora. Quero ver quem vai te sustentar, e cuidar de você enquanto eu estiver presa." Pedi perdão de joelhos na hora.

Eu, sinceramente, não penso em bater nos meus filhos (quando tiver) mas não vou hesitar quando passarem dos limites. Antes dar umas palmadas do que deixar ele virar um marginalzinho.

Emerson disse...

Se você SOUBER educar seus filhos, você não vai precisar bater neles.

Vinicius Duarte disse...

Quer dizer que, na sua opinião, a tarefa de EDUCAR não é dos pais, é da ESCOLA e do ESTADO??? Que os pais só servem pra "sustentar" (dar $)?

Ainda bem que o senhor não é pai. E, se aceita sugestão, não coloque ninguém no mundo, a probabilidade de dar merda é bem alta.

Marcel disse...

Vinícius Duarte:

Se foi ISSO o que você entendeu do texto, eu gostaria de dar essa mesma sugestão para os seus pais, pena que você JÁ NASCEU e é tarde demais.

Wendely Leal disse...

A questão é a covardia.

Agredir alguém que não tem capacidade de defesa é covardia. Não se trata de autoridade nem de respeito.

É o mesmo que permitir que as pessoas apanhem se estacionam em vaga de idosos ou furem uma fila. É pior, na verdade, porque esse já teve condições de aprender a se defender.

Esse tipo de covarde que bate no filho indefeso não teria coragem de bater no filho adulto.

Que lição é essa? "Filho, se alguém fizer algo de errado e for muito mais fraco que você enfie a porrada!".

Bater é prova de falta de auto-confiança; de impotência. É falta de competência!

Fui criado sem violência e ainda assim consigo aprender a lidar com as pancadas da vida, tanto no sentido literal quanto no figurado.

Acredito que a lei anti-palmada seja pró-educação sim, porque o pai não tem mais a opção de "corrigir" causando repressão/medo, assim só resta a educação/respeito.

Lu Monte disse...

Num mundo ideal, todas as crianças seriam boazinhas e obedientes e todos os pais seriam pedagogos com doutorado em psicologia infantil.

Não estamos num mundo ideal.

Palmadas são necessária sim, em alguns casos. Cintadas e chineladas também. E quem deve avaliar cada caso são os pais.

Para os excessos, já existe punição. Ninguém defende o espancamento.

Eu apanhei um bom tanto quando era criança e isso não me trouxe nenhuma sequela física ou emocional. O que gera sequelas são pais negligentes, permissivos e ausentes.

Compulsivo disse...

Já perceberam que todos os problemas deste país se resolvem (sic) na base da lei? Tanta coisa mais importante pra resolver e alguém tem a brilhante ideia de criar mais uma lei, agora anti-palmada.

É engraçado, a grande maioria das pessoas que comemora esta lei não tem filhos. Riam agora, eu rirei quando vocês tiverem filhos...

[]'s
@Compulsivo

Ariane disse...

Acredito que as pessoas estão confundindo palmadas com porradas.
Maltratar crianças, tanto fisicamente quanto psicologicamente é errado sim e a pessoa deve ser punida em todas as formas.

"Palmadas são necessária sim, em alguns casos. Cintadas e chineladas também. E quem deve avaliar cada caso são os pais.
Para os excessos, já existe punição" [2]

Quando criança apanhei dos meus pais, e nem por isso sou mais ou menos problemática.

Helder Marques disse...

Uma palmada ou outra, é normal e necessário... eu nunca passei disso com meus filhos e eles são criança e adolescentes bastante bons. Não acho que violência combine com amor, fosse assim bater no marido ou na mulher seria normal... Concordo com a Lu: pros excessos ja existe lei!

Daniel Becher disse...

Eu só acho que a Psicologia do Amor é bonita demais nos livros e nos arrotos verborrágicos dos programas de TV, mas a grande verdade é que ela nada tem ensinado aos guris.

O que se vê hoje nas portas das escolas são aprendizes de marginal, verdadeiros mal-educados.

Antes levar umas palmadas do pai e da mãe que uma coça da polícia.

BraMax disse...

Parabéns pelo texto, Marcel.

Cansei de ver crianças mimadas quebrando tudo a sua volta, os pais tentam dialogar, pedem, imploram para que fiquem quetos mas os filhos não obedecem, aliás, fingem que não escutaram. As crianças agem assim porque sabem que não sofrerão punição alguma, mesmo caso dos menores de idade que roubam, estupram e matam: sabem que não há punição para eles.

E o pior é ver as pessoas achando que deixar crianças fazerem tudo que elas querem é o mesmo que dar amor. Acham que crianças vão entender e ter maturidade e responsabilidade para mudarem de atitude depois de um diálogo. Por que isso não funciona com os adolecentes marginais?

Tenho medo do futuro.

Janjão disse...

"acredito na sustentabilidade, na agricultura orgânica, na gestão coletiva por consenso e na administração verdadeiramente emancipatória"

Que falta umas chineladas na bunda lhe fizeram...

assino mamãe… disse...

Marcel
Na verdade não cabe à escola esse tipo de educação que vc coloca. Além de cultura (matérias) na escola aprende-se convivência, dividir, limites alheios, amizade, inimizade, fora do âmbito familiar, simplesmente por estar lá.
Conhecendo as pessoas como vc deve conhecer a essa altura da vida, vc realmente deixaria aos professores (ou a qq outro) a incumbência de realmente "educar" seus filhos? Claro que não!
Essa parte dura cabe aos pais, por meio de muita conversa e (o mais difícil) exemplo.
Apanhar eu apanhei e um bocado. Não tenho raiva nem ódio dos meus pais, pq eu e minha irmã éramos de verdade, umas pestes e apanhamos no mais das vezes, pq merecíamos, ponto.
Quase não bati nas minhas filhas pq os tempos são outros. Minha mãe não acreditava em conversa :), muito menos em exemplo :D.
Mas qdo as crianças são pequenas, sem capacidade de entender conversas, muitas vezes o tapa é imperativo. Não uma surra de criar bicho, mas o tapa é o limite que elas entendem, qdo estão brincando de testar limites. Vc não conversa com uma criança de 5 anos que insiste em correr de vc na rua ou em mexer em coisas caras numa loja ou ainda em atirar comida ou dar um tapa na avó.
Um tapa resolve e não cria "traumas".
Se vc cria um filho sem limites está fabricando uma bomba para a sociedade e uma dor de cabeça eterna para si mesmo.
Criar direito um filho dá trabalho, exige tempo, dinheiro, paciência e dedicação. Fode com seus fins de semana, com a intimidade do casal, com a sua conta bancária, com sua casa e seu carro, suas noites de sono, com muitas amizades, com suas férias e principalmente, com todas as suas ideias preconcebidas sobre como criar um filho.
O tapa faz parte disso. Se vc tem um filho que não precisou dos tapas para entrar nos eixos, espere ter o segundo! o.O
As brigas, os ciúmes, o "ele fez", "ele começou", a aporrinhação, as artes em dose dupla, com o maior ensinando merda para o menor, ou o pequeno atirando um vidro de geléia na cara do grande e abrindo um talho…
Os pais costumam placidamente dizer _"Ah! Não precisa bater…". Geralmente são as mães, descabeladas, que ficam com o mico :)
Em fim, educar é às vezes, dar um tapa sim!
Não estou falando espancar, surrar, machucar, humilhar, mas um tapa preventivo pode salvar uma vida, o bolso e as relações familiares :)
PS: Se lei adiantasse não haveria assassinato, roubo, nem presidente descumprindo a lei.
Espero ter contribuído para a discussão.

Vulto Amarelo disse...

"Sou filho e pai. Nunca apanhei e nunca bati, não pretendo bater."

Mas pretende chamar de crime uma forma de educação que até a psicologia do desenvolvimento infantil aceita PLENAMENTE bem?

NÃO existe receita de bolo pra criar filho.

Nem "nunca palmada", nem "sempre palmada".

Isso é coisa de gente burra que criou um ou outro filho e pensa que todos são iguais.

O estado não tem que se meter no exemplo e autoridade dos pais para o filho.

Existe lei contra AGRESSÃO ao menor, que os protege de maus tratos. Essa é pra evitar que sejam TOCADOS como forma de repreensão...

Ah, por favor...vá cuidar dos seus filhos que vc julga perfeitos e com melhor carater impossivel, e deixe nós cuidarmos dos nossos, que provavelmente tambem vamos julgar perfeitos e com melhor carater que os seus...e nenhum estará certo...serão só país se vangloriando, com vc fez.

A diferença é que quero evitar cometer o erro de ir dizer a verdade absoluta que não existe, especialmente quando estudiosos da educação discordam.

Prosistem Desenvolvimento disse...

Sou pai e concordo com o que o Marcel disse, doa a quem doer. bati muito na minha filha , confesso que exagerei demais, até por ser pai muito jovem e por ter na cabeça que iria adquirir respeito da minha filha só na base da pancada, erro meu por acreditar nisso , hoje eu não bato nela , prefiro o castigo, retiro tudo aquilo que ela gosta, bato sim quando acho necessário uma palmada não irá matar ela.

Acho que a liberdade em excesso é prejudicial, conversar com o filho é importante sim desde de que não se vá com mimimi, pois não adiantará de nada , entrará por um ouvido e sairá pelo outro.
Um lei desse tipo sinceramente é muita falta do que inventar , tanta coisa para se fazer e criam uma coisa inutil ao meu ver.

Gummy, not the Bear disse...

Eu levava palmadas e algumas cinturadas dos meus pais, nem conto as porradas da vida, mas vejo o meu sobrinho de 2 anos sem controle algum por falta das mesmas palmadas que eu e meus irmãos tivemos.

Como o Bramax disse, eu tenho medo do futuro, mas de um que virá daqui 5 minutos.

Van O'nil disse...

Dá pra concordar e discordar?

Concordo que a lei é besta. Se as pessoas tivessem condições, orientações e educação, elas não PRECISARIAM de uma lei dessas, pois naturalmente já usariam o bom senso na educação dos filhos.

Por outro lado, a discussão é benéfica. Não é porque nós, nossos pais, avós apanhamos, que podemos fazer o mesmo. Pensa que os castigos antigamente eram horrorosos, a escola tinha palmatória, ajoelhar no milho, etc...

Evoluímos, aprendemos, pense que mulheres também não tinham direitos, e estamos evoluindo.

O problema da "palmadinha" é que ela pode se tornar um vício, começa com a palmada, daí vira chinelada, o stress, o dia a dia, quando você vê, jogou seu filho da janela...

Parece exagero, mas pode acontecer.

O tapinha na bunda, em uma criança de 1, 2, 3 anos, não resolve NADA, NADA mesmo, só aumenta o choro da criança. A criança maior que essa, tem castigos muito mais relevantes, tirar o computador, a televisão, fazer lavar a louça.

Existem muitas maneiras de educar. Não bater não significa que o filho vai virar um marginal, não confundir "não bater" com "não educar"não é preciso bater para a criança ter controle. O problema é que tem pais que simplesmente não fazem nada, deixam a criança fazer o que quiser e ficam "conversando".

Nem em cachorro se bate mais para adestrar não é? Basta ter voz de comando, com a criança, acaba funcionando assim também. Meu filho não apanha, mas fica no canto, de castigo, sozinho, Funciona.

Pensa só, vc está em um curs, o professor tenta ensinar um conceito qualquer, vc não consegue assimilar, ele explica algumas vezes, vc continua sem aprender, se ele vir e dar um tapa na sua cabeça, resolve alguma coisa?

Porque nós não podemos apanhar fisicamente para aprender alguma coisa e a criança pode? Porque o pai "manda" nela? Porque ela é propriedade?

A mãe as vezes bate no filho, mas se em uma discussão o pai dá um tapa na cara dela, o que la faz? Divórcio, Delegacia da mulher, etc e tal, mas ela dar tapa no filho pode?

Se colocarmos a criança no mesmo patamar da gente, e respeitar, vamos aprender outros caminhos e maneiras de ensinar.


Existe o meio termo, existe o bom senso. Não precisa bater, ma precisa educar.

E o governo tem mais é que cuidar da educação de base, porque se o conselho tutelar nem dá conta dos casos escabrosos, imagina se vai ficar monitorando tapas e beliscões.

Desculpe por me prolongar, eu TENHO filho, o segundo a caminho, e já dei alguns tapas e até chinelada. Percebi o quanto eu estava errada. Podemos aprender com nossos erros e podemos aprender a ensinar melhor.

Valeu.

Carina disse...

O que vai ter de criança agora mentindo e dizendo que está apanhando dos pais só para se vingar da bronca que levou (é ingenuidade achar que as crianças não têm noção disso; elas têm até demais).
Eu é que não vou deixar o governo "educar" meus filhos com base em uma lei estúpida, que ignora totalmente os percalços de criação de uma criança.

Fernando disse...

Cada pai deveria educar o filho como acha que deve. Sem interferência do governo (e políticos), que sempre parece ter mais bom senso que o cidadão comum, né?

Oraculo disse...

Cara, eu discordo dessa lei louca, mas sou contra várias coisas do post também.

Essa lei, como a maioria das leis não são em favor das pessoas que eles dizem ajudar.

Eu sou contra a idéia de que o estado deve dar educação aos filhos das pessoas. entregar a educação dos filhos ao estado, é entregá-los mesmo a mesma hipocrisia que cria leis como essa.

Apanhei, e muito! E não aprendi nada de bom com isso, e portanto sou contra bater em crianças, mas também sou contra uma lei me proibindo (ou a qualquer pessoa), pois sei que a intenção não é proteger as crianças e sim afastá-las ainda mais dos pais e se render as vontades da classe dominante.

E pra completar, o que as crianças precisam para não serem corrompidas não é de palmadas ou surras, e sim de exemplo de seus supostos responsáveis. Isso é que faz com que a escola, a televisão ou qualquer coleguinha tenha credibilidade suficiente para influenciá-lo.

Dizer o que eles tem que fazer sem dar exemplo (muitas vezes fazendo o contrário) só os decepciona.

Anônimo disse...

Essa "Lei da palmada" é idéia de quem conhece muito pouco da natureza humana... pelo menos a atual... Daqui a pouco vamos obstruir a autaridade da polícia impedindo qualquer demonstração de força contra o bandido, já q o mesmo além de ser uma vítma da sociedade, é flagrantemente mais fraco q a polícia, instrumento do Estado. E acabará evoluindo pra indenizações às vítimas da sociedade por perseguição e repressão do Estado às mesmas... A
Não ideía por acaso essa lei da palmada veio das mesmas cabecinhas obscuras de quem planeja rever unilateralmente a lei da anistia... Essa gente adora determinar, ideológicamente, quem é o mocinho e quem é o bandido...

elvis jean disse...

é interessante que com tantas leis neste país que muitas nem são cumpridas eles criam mais uma, o masi interessante ainda é que boa parte dos políticos que fazem essas leis são criminosos e muitos já deixaram muitas crianças orfãs e mesmo assim criam leis de proteção, são tantas leis que agora resolveram criar uma pra ensinar como criar e educar nossos filhos, não gosto de bater nem de brigas e levei algumas cintadas e palmadas de minha mãe e meu pai quando criança e não sou um adulto violento nem espanco minha mulher e nem muito menos meu filho mais se ele merecer eu darei umas palmadas nele pq quem sabe e convive o dia a dia da criança são os país e portanto sabem o que é melhor para seus filhos.

irradiandoluz disse...

Fiquei com vontade de dar umas palmadas verbais em vários comentaristas. Mas para não poluir ainda mais o espaço para comentários do meu amigo Marcel, convido a todos para conferirem minha visão sobre o tema no artigo "Lei da palmada: um tapinha não dói?".

Tem vários recadinhos pro pessoal que comentou aqui nas entrelinhas do meu artigo.

Abração
Gabriel Dread

Esc disse...

É camarada.

Se a proporção de bandidos fosse proporcional aos que levaram tapas na bunda quando criança, iriamos fazer presidios para os os inocêntes.

Já apanhei de minha mãe, algumas vezes, uma UNICA vez de meu avô e NUNCA deixei de erceber a edução necessaria e o carinho que deveria. Imagino eu, se a Justiça ficar se metendo no que faço DENTRO de minha casa, se ela julgar o que é melhor ou pior para MEUS filhos. Tudo esta errado.

Samantha disse...

Sua opinião é, eu diria, controversa. Mas eu entendo o que você quer dizer. Provavelmente você apanhou numa quantidade "aceitável", quero dizer, não foi torturado ou espancado. A lei vem para proteger as crianças em situação de risco, aquelas que vivem em lares arruinados pela pobreza, miséria, vício e violência. Aquelas que apanham mesmo, que são queimadas por cigarros, torturadas, judiadas e até levadas a morte por pais descontrolados.

Por outro lado, vem a questão da fiscalização. Assim como a lei seca, que é uma ótima leia, mas não se investe em fiscalização. Quem vai fiscalizar os lares? Um lar problemático é vizinho de outros lares problemáticos, sabemos disso. Alguém vai bater de porta em porta para descobrir o que está acontecendo? Eu duvido, a gente sabe como as coisas não funcionam por aqui.
Nesse ponto, a lei é inútil e concordo com você quando diz que deveriam existir políticas pró-educação. Eu penso que deveriam atuar na origem dos problemas, resolvendo eles na raiz: dando escola de qualidade, com acompanhamento psicologico das crianças, emprego para os pais, melhoria das condições de vida nos locais mais afastados, cultura, lazer, etc.

:: Luca :; disse...

Muito bom seu texto, Marcel. De fato, essa lei anti-palmada deve ser revista, afinal "palmada sócio-educativa" é diferente de espancamento. Esta lei apenas assegura a formação de crianças mal educadas e imperativas [largamente confundidas com hiper-ativas], que não conseguem enxergar os limites naturais de cada um.

Sou mãe e professora. Por trabalhar com crianças e ter uma em casa, posso dizer que discordo no que se refere à Educação ser obrigação do Estado. Nós, professores QUALIFICADOS [que fique claro - porque tem muito professor que não serve para isso] procuramos formar cidadãos além de dar a base de uma educação formal. A questão é que a maioria dos pais jogaram a educação familiar como responsabilidade nossa, portanto se uma criança é mal educada ou tem maus hábitos, a culpa recai sobre o professor.

Entendo que os pais tem que trabalhar para sustentar a cria, assim como eu. Mas não jogo a responsabilidade de ter uma criança educada e sã para o Estados. Isso é obrigação minha e do pai dela, não de professores.

Vinicius Duarte disse...

"Os políticos, órgãos, entidades e pessoas que estão considerando a aprovação de uma lei "anti-palmada" deveriam se preocupar em criar leis "pró-educação". A criança passa muito mais tempo na escola do que em casa, é lá que grande parte do seu caráter e dos seus valores são formados. Por que punir os pais que além de sustentar os filhos ainda precisam se desdobrar para tentar educá-los da melhor forma, papel que o Estado deveria exercer mas simplesmente ignora?"

Foi você que escreveu este parágrafo, não foi?
Você confunde educação com escola, amigo. Estar ou frequentar uma escola é só uma parte do ato de educar, e ouso dizer que não é a maior. Educação se recebe EM CASA, por pais presentes e atuantes.
Existem pessoas educadas que nunca estiveram num banco escolar, enquanto há PHDs, mestres e doutores que são um poço de falta de educação.

Paulo disse...

E numa dessas vamos criando pessoas cada vez mais sem controle.

Lá nos anos 30, 40, 50, as crianças apanhavam muito mais do que hoje. Em compensação, respeitavam muito mais os pais, os professores, os colegas. E cresciam respeitando o próximo.

Hoje em dia temos os pais que passam a mão na cabeça dos pimpolhos a cada "travessura". E essas crianças crescem sem conhecer o gosto amargo da punição e se tornam pityboys que incendeiam mendigos.

Quando criança eu levei palmada, chinelada, cintada, varada, beliscão e não morri. Aliás, agradeço à minha mãe por isso, pois hoje me considero uma pessoa de bom caráter.

Enfim, considero que esta lei apenas vai ajudar a formar uma nova safra de marginaizinhos, que vão achar que a vida é uma festa.

Ah, e é claro que a lei não prevê que você possa chamar um deputado para conversar calmamente com seu filho pestinha quando ele estiver fazendo a maior arruaça.

Ê Brasil...

Raul disse...

Eu discordo totalmente dos apoiadores da palmada. Qualquer punição fisica e/ou tortura psicologica alias é uma abominação aos meus olhos, tanto o que bate no filho quando o que o deixa sem jantar. Ambos fazem a mesma coisa: apenas condicionam o individuo, não o ensinam. É a mesma coisa que a criança que coloca o dedo na tomada, toma um choque e por isso, nunca mais repete por saber que vai tomar o choque. Ela não entende porque tomou, apenas sabe que se o fizer vai sentir uma sensação desagradável e por ser desagradável, não o repete.
Além do mais o tipo de respeito que os filhos passam a ter pelo pai nesse caso, ao menos nos estágios iniciais de sua formação como individuo, é baseada em medo e não em grandeza, sabedoria.
Acho que muito mais efetivo que bater na criança é deixa-la em seu quarto um tempo, pensando nos atos e depois ir lá e como se tivesse tomando a lição, pedir para a criança explicar por que o comportamento dela foi errado e por que ela esta sendo punida. Provavelmente vocês terão opiniões diferentes e ai entra o papel do pai explicando e impondo determinado comportamento dali em diante sob pena de restrições cada vez maiores. E o importante, uma vez imposta essas restrições, serem cumpridas a risca. Desafiador? Sem duvida, ainda mais quando a criança for pequena. Ainda uma forma de condicionamento? Claro, mas acrescentando algo a mais do que o simples "crime e castigo".

Não estou falando por experiencia propria pois não tenho filhos, mas fui um filho que apanhou muito e sei que não quero o mesmo tipo de experiencia para meu filho.

Um outro ponto de discordancia que tenho em relação ao texto é quando você dá ao poder publico obrigação de educar. Não acho isso. Na escola a criança vai aprender a regras de convivio em grupo e nisso entram os professores e até os outros alunos, com suas brigas e discussões pela dominância do grupo. Exatamente como ele vai encontrar na vida adulta. Um chefe mediando e um grupo lutando pelo topo. Se você se lembrar ja haviam os estrategistas, os valentões, os buchas de canhão e por ai vai.

Enfim, eu acho que palmada ou qualquer outra forma de violencia fisica e psicologica não deve ser tolerada. Mas acho que não precisa de uma lei para isso. Precisa de orientação (sempre ela), muita gente é pai na louca... ou foi acidente ou não foi bem pensado e o unico parametro que tem é a educação que recebeu a 30 anos atrás, quando muito do que sabemos hoje ainda estava engatinhando e muitas vezes desacreditado. Sem falar que o mundo tem preguiça de ler e mastigar hoje em dia... a wikipedia está tão mais facil...

Mas de qualquer modo os comentários desse post sã muito interessantes... mostra varias nuances... gente que é contra, gente que é a favor, gente que acha que tem caráter por ter apanhado (se fosse assim burro de carga seria o que?). Eu conheço varios exemplos em todos os extremos: gente que apanhou e ficou estragada, gente que apanhou e ficou OK, gente que não apanhou e é mimadinho e gente que não apanhou e hoje é digno de exemplo de caráter e bom senso. Isso porque não é a surra que educa mas principalmente o bom exemplo dos pais. Ninguém tem caráter por ter apanhado e sim provavelmente por ter tido bons modelos para se inspirar.

Mas mais importante que tudo isso é lembrar que ser pai é a coisa mais importante que alguém pode ser. Você gera, alimenta e prepara para a vida e isso não é apenas a vida do filho, é na verdade o seu mais importante legado para o mundo. Soa egoista né? Mas é verdade, o filho não é nada mais que um reflexo melhorado dos pais. Pelo menos esse é o objetivo... pois muitas vezes o espelho quebra e o que vemos não é nada agradável.

João Lucas disse...

Eu acho que a educação vem dos pais e da escola, tem que ser uma ação em conjunto.
Eu apanhei quando era criança e vou falar a verdade, eu não gostava e na hora eu tinha raiva por que eu não podia revidar.
Pais e Professores Devem ser líderes e líderes devem ser RESPEITADOS E NÃO TEMIDOS.

Janaina Cristina disse...

Janaina Cristina

Bom Eu Apanhei, Não Muito, Mas Apanhei, E Todas as Vezes Sabia Pq Tava Apanhando.

Meus Pais São Exepicionais, E não REclamo Por ter apanhado,pois Meus Pais Nunca me proibiram de fazer algo, eles Simplismente me colocaram limites e me deram opições, e Me Diziam q não saberiam oq iria Acontecer, Mais q podiam me dar algumas dicas, E EXPLICAVAM Q Limites eram importantes, pq Vivemos em sociadade, para estar em convivio vc precisa respeitar Leis, q são Nada Mais Do que Limites...

Eu Tenho uma Irmã Dois Anos Mais Velha do q eu, e Quando Eramos Pequenas, Qualquer Coisa q Meu Pai Trouxesse de Presente, ou até msm doces e tals, ele nunca Trazia Igual, Ele Sempre Trazia Um Melhor e o Outro Não Muito, Mais inferior ao outro, se desse pra esconder nas costas ele colokva nas mãos e colocva-as para trás e intercalava para ver quem iria escolher, Ele Perguntava Qual Mão Vc Quer? E se eu Escolhesse a do presente Ruim eu Teria q Fikr Com Ele, E ELE Sempre Dizia, Quando Vc Crescer, Vai ter vezes q vão Te Perguntar o q Vc QUer e vc terá q escolher e as vezes poderá voltar atrás, Mas Outras Não, e Se for Ruim vc terá q Arcar com os Prejuizos, Eu Não Entendia Muito Bem oq ele Queria Dizer, Só q Hj Eu Entendo...

E Esta Questão da Palmada Com ele tambem era um pouco difernte, Sabe quando vc é pequeno e seus pais te pegam pela mão pra andar na Rua, Meu pai me segurava pelo braço, como se estivesse puxando, só q sem fzr qualquer pressão só colocava a mão, e Quando tinha algum obistaculo no caminho, seja uma poça d'agua ou até msm um poste, quando eu ia desviar ele me jogava pra cima, e Dizia q era pra mim aprender a Não Confiar Tanto nas pessoas. E eu Tbm Não Entendia Muito, E isso Foram longos anos Caindo e me sujando, criando galo na cabeça por bater em lixeiras e postes, Mas Hj eu sei pq ele fazia Isso...

E Aquelas Vezes em q eu apanhei, Não Foram Por Algo estupido, Foram pq eu sabia dos Limites e os Ultrapassei....

Acredito q Palmadas Não Educam....E SIM DEPOIS DE EDUCAR SE A CRIANÇA ENTENDEU OQ ELA PODE OU NÃO FAZER, QUAIS SÃO SEUS LIMTES, E AINDA ASSIM ULTRAPaSSA-OS, UMA PUNIÇÃO NÃO IRA FZR MAL....

Não estou defendendo os Pais q espancam seus Filhos, Mas os q dão palmadas após educarem seus filhos. Q entenderam q Não Podem Fzr Algo e Fazem Por Molecagem d Criança....

E q nem Colokr o dedo no Fio desencapado...se seu pai ja disse q vc não deve colocar o dedo pq vai tomar choque e vc vai la e colk a Mão e toma aquele justo e não consegue soutar....Seu Pai vem e da um tapa na sua mão pra soutar o fio...e ainda te diz Eu não disse Pra Não Por A mão??

Além de Tomar um puta Choque, vc tomou um tapa pra parar de tomar choque....

Mas Agora Vão prender Seu Pai pq ele ta Tentando fzr vc não morrer eletrocutado...hehe

Luciano disse...

O estado não deve interferir em como os pais criam seus filhos, essa e a minha opinião. Dentro da casa mandam os pais, e obedece quem tem juízo. A escola dá a educação, os pais dão a moral e bons costumes. Me canso de ver pirralhos irritantes no supermercado em que os pais não em controle nenhum sobre os pimpolhos. O melhor exemplo é o filho único de um grande amigo que eu não aguento ficar 10 minutos perto do moleque. Foi criado na base do dialogo e já ele dizer cada uma para os pais que é de arrepiar os cabelos. Eu levei palmadas, cintadas, etc. Isso na minha opinião me fez trilhar o caminho correto e ter respeito pela autoridade dos pais. Tanto que hoje não fui um marginalzinho igual aos que tem por ai que o vocabulário se resume "mano, maluco, ta ligado, ta no esquema". Outra porcaria são os pedabobos que defendem que nao se mostra o erro aos alunos na escola, não se corrige as provas com caneta vermelha porque isso pode afetar os pimpolhos... faça-me o favor. Não sou casado e nem tenho filhos, mas sou 100% a favor das palmadas corretivas, para os abusos, já existe a lei. O resto o estado e os pedabobos calem-se e não se intrometam na família. E mais tenho medo da geração que esta saindo ai, pensem nisso. São eles que vão cuidar de nós na idade... que alguma divindade tenha pena de nós...

lcmuniz disse...

Hoje as pessoas estão comemorando a lei que pune a palmada. Já já vai haver uma lei que pune o o "castigo moral". O famoso "Vá para o seu quarto e só sai quando eu mandar" vai ser considerado uma agressão às liberdades do cidadãozinho. Depois vão criar a lei qeu pune os pais que não deixam as filhas adolescentes sair de casa tarde de noite ou que discutem com ela por chegar cedo (do outro dia). E por ai vai... A maioria das pessoas está tyão preocupada com essa merda do politicamente correto que nem percebe as imbecilidades que apoiam. Quando acordarem vai ser tarde demais.

Lucas D'Erasmo disse...

Na sinceridade?
Concordo em partes com o post, na questao de inves de criar leis desse tipo, deveria se gastar mais tempo trazendo uma educação que realmente eduque e que de fato produza cidadões conscientes.
Mais acho tambem que usar o artificio das palmadas é um retrocesso muito grande, usar do amor e da boa conversa são sem duvidas os melhores caminhos. Fui criado assim na base da conversa e da amizade com meus pais, não escapei de rarissimas palmadas, mais aprendi muito mais com as palavras e reflexoes do que quando apanhava.

http://daquideupraver.blogspot.com/

Ana disse...

Amigo irradiandoluz,

Pareabenizo-o pela moral e carater que apresentou como pessoa.
Mas lembre-se que, para ser como você é, sua educação voi excepcional (pais exemplares, convivências exemplares, auto-controle que alguem lhe ensinou a ter, etc etc etc). O ser humano é um aniumalzinho, se for criado à margem da sociedade, sem que ninguem lhe ensine as regras sociais, não saberá se comportar.
Enfim, tudo o que temos hoje é reflexo do meio em que vivemos.
Apanhei quando criança, o suficiente para aprender a respeitar meus pais e hoje acho justissimo o que eles fizeram. Afinal, criança ADORA testar os limites de todos, principalmente dos pais...
Tive uma amiga que o pai nunca lhe bateu... e ela me dizia, por esse motivo, que o afrontava tanto. Justo? Será??

Carolina

Fábio Valentim disse...

Acho que não deve ter uma autoridade governamental para regular o que deve e o que não deve ser feito na educação dos filhos. Eu escrevi este post como resposta (ou talvez a continuação) deste post.

http://migre.me/15Och

Natália disse...

Fiquei passada de ler gente que não tem vergonha de dizer que dá chinelada e cintada no filho! Vá você tomar chinelada e cintada seu irracional, por causa de pessoas assim começo a pensar que o Estado deva "interferir" na educação dos filhos.....

Crianças têm exatamente o mesmo direito de ver respeitadas sua dignidade humana e sua integridade, o que não impede de forma alguma que os pais eduquem, criem regras e a insiram no contexto social adequado.

Minha filha tem 4 anos, NUNCA APANHOU, e é uma menina doce, carinhosa, entende os limites que são colocados (mesmo que sejam necessários castigos e limitações) e nunca discutiu minha autoridade.

Não é base pra nada!!! Perguntem para os que vocês citam "marginais" se eles não apanharam!!! Se 90% ali não tomaram chinelada, bofetada e cintada dos pais. Se isso desse alguma consciência metade dos presos estariam em liberdade. A consiência se dá no respeito pelos pais, no entendimento da moral e não da imposição dela.

Há uma distância relevante entre não saber educar, saber educar e bater na criança.

Coloco aí minha opinião a respeito p/ agregar na discussão.

Centro Acadêmico de Psicologia da Universidade Federal de Goiás - Gestão 2008/2009 disse...

Na Psicologia estudamos as conseqüências do desenvolvimento emocional,intelectual, social e motor de uma criança que sofre agum tipo de agressão/punição.. eu mesma sofri de agressão física e psicológica , não foi nada legal.

Pais de trabalham de mais e não tem tempo para os filhos, às vezes agem com agressividade contra seus filhos indefensos.
Eu sinto muito por vivermos em uma sociedade totalmente punitiva, onde a cadeia/prisão é a melhor solução para aqueles que não respeitam as normas e as condutas. ( isso tudo na hipótese de resocialização eu reeducação.. que educação é essa?)

Antes de alguns engraçadinhos falarem que eu era uma peste eu não era não. Eu ficava vendo desenho e esquecia da hora de tomar banho, quando minha mãe chegava eu corria para o banho... e ela me batia dentro do banheiro porque não estava pronta. Ou quando eu demorava chegar em casa depois da aula, ou quando eu deixava quebrar alguma coisa. Eu sei hoje, que ela nunca quis fazer isso, pois a criação dela foi essa, ela reproduziu algo da sua criação.
Mais eu não tinha culpa disso... tive muita dificuldade de relacionamento por causa disso, sofri de bulem por muito tempo da minha vida, por sempre abaixar a cabeça quando agredida e acabei levando isso para as relações!! Então: Pais não descontem em seus filhos suas frustração, medos, raiva, ódio ou cólera! eles não tem culpa disso!!

O governo tem que se importar em garantir os direitos básicos e não querer por uma lei intransigente, quem vai denunciar um pai? é algo difícil para uma criança fazer.. Diria impossível. Sempre haverá uma pessoa que não tem muito alto controle que vai ser pai, e a lei de agressão a pessoa já existe.

Devemos ser menos agressivos uns com os outros e mais empáticos, somento assim mudaremos essa cultura punitiva em que vivemos.

Quando um filho chora ou faz bira no mercado e você fica com vergonha.. jpa se perguntou por ele fazeria isso? Já buscou junto aos especialista os motivos: ou prefere dizer que é dengo e bira atoa só para te enritar..


( relato de um paciente)

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